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Delicada realidade poética

Com todo aquele jeito moça de se mulher
A menina penteou os cabelos...
Voltou-me em forma de café
Com todo sabor de um belo começo...
E eu, descafeinado como sou,
Misturei-a com leite
Perdi seu sabor
E nunca mais a vi em minha lua.
Percebi, então,
Que eu ainda não sei tomar uma mulher sem açúcar...

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