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Formularidade


A poesia bate a porta
Que coisa podre...
É obvio que ela não bate,
Ela aperta a campainha
Grita: “o dona de casa...”
E assovia.
No geral, a porta, ela não bate.
Pode entrar sem ser convidada,
De surdina,
Intrometida,
Menos acompanhada.
A verdade,
É que ela entra, mas não bate a porta.
Quem bate, é o poeta.
Esse,
tem por costume,
Se importar com o toque.
São sempre dois
ou três,
Um mais forte,
Outro menos,
Mas ele bate e pergunta sempre.
Não sei bem como nascem as poesias,
Ou porque elas seguem essas métricas,
Mas sei que todo mundo em vida
É na verdade, um poeta.

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