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A da Esquerda


Não há muito que falar das estrelas
Com exceção,
talvez,
daquela lá,
aquela da esquerda.
Não sei por que ninguém nunca reparou
Nem tampouco eu,
Que sobre esse vasto universo enegrecido
De astros e vaga lumes
Há uma pequena
E cintilante estrela tímida
Brilhando a mais radiante das luzes,
E sobre ela
Dedico essa poesia,
Que faça brilhar no mundo,
A mesma luz que brilha em minha vida.

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