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Pelos ares

Após a turbulência,
entrei em pânico.
Sorri
E enlouquecidamente
Decidi ser um peixe-boi...
A natureza,
Sábia,
não concordou -
e afirmando seu ponto de vista -
solou-me ao chão.
Comecei de novo,
Entrei em desespero.
Escrevi esse poema,
e, ao que parece,
não fez muito sentido.
Pois a moral da história sumiu
para tomar um cafezinho
pelos ares,
em nuvens dispersas,
Explicando a sabedoria
todo esse ledo engano.

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