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AVISO


Não escrevo poesias por inspiração,
Escrevo por tédio.
Por um capricho da rotina,
E a falta de um bom motivo,
Não sou,
Contudo,
Cético.
Acredito na vida
e em suas dádivas clandestinas.
Mas, eu brinco de ser poeta,
E me desatino com o português.
Por isso,
não esperem grandes provações,
ou frases de efeito,
Sou como bem dizem,
Poeta,
e não um guro de auto ajuda.
Tenho, em meus versos,
Quase sempre uma ideia
Quando não, palavras avulsas.
Sofro da vida
Como bem sofrem quase todo mundo.
Mas sou, no fundo,
Uma invenção minha.
A praxe de ser eu mesmo.

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