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Nos primórdios


Houve uma vez, 
Um macaco poeta.
Tinha pelos em suas poesias
e piolhos na sua caneta.
Escrevia,  bem como natural da sua espécie,
 bananas em alguns cadernos.
Quando ameaçado,
porém,
pulava de página em página,
até o termino da linha.
Bem justo nisso,
um dia,
A musa da inspiração
Desceu da árvore,
e com um polegar,
Começou a  evolução.
Nunca mais o poeta foi macaco
e nunca mais a poesia uma banana.

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