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A Ciência Matou a Poesia


A ciência matou a poesia
atribuindo aos teus olhos,
diversos rácios de eumelanin produzido por melanócitos na íris...
dando a tua pele,
uma denominação genérica de uma classe de compostos poliméricos derivados da tirosina,
e, ao seu coração,
uma aspecto oco de 250 e 350 gramas que bombeia sangue suficiente a uma pressão razoável, para percorrer todo o corpo humano...

A ciência matou a poesia
na inveja e ciúme
de nosso próprio amor...

Mas em meu peito, declaro ti,
que ainda se
escrevem versos
sobre teus olhos, tua pele, teu coração...
um fantasma escrito em amor.

O amor que, como tal,
jamais permitira-se a extinção
pois, ainda que a ciência o mate,
ele renasce
sempre em nosso coração.

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